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quarta-feira, 20 de julho de 2011

PAI E FILHO SÃO AGREDIDOS POR SEREM CONFUNDIDOS COM HOMOSSEXUAIS

       Ontem fiquei chocada ao ler a notícia que pai e filho que estavam abraçados, tinham sidos agredidos, visto um grupo de jovens, confundi-los com um casal de homossexual. Isso me leva a questionar o quanto o homem realmente está evoluindo, pois um comportamento desses, a meu ver, trata-se de uma barbárie.

       Penso que as pessoas têm direito de fazer as suas escolhas sexuais e que não cabe a ninguém julgá-las. Afinal, não é dessa forma que vai se combater o homossexualismo, até porque, não se trata de uma sem-vergonhice, mas de algo bem mais profundo.

      Já questionei em outro momento, porque as pessoas ficam tão incomodadas com essa questão da homossexualidade, chegando ao ponto de agredir. O que será que um casal de homossexuais mobiliza nessas pessoas?

     O homossexualismo é algo que ainda agride a nossa sociedade e que tem provocado várias polêmicas, principalmente depois que foi legalizado o casamento entre eles. Penso que realmente se trata de um assunto polêmico, que as opiniões vão divergir, mas isso não dá o direito de ninguém agredi-los.

     A agressão só mostra o quanto o humano ainda está preso a um comportamento primitivo, pois no início dos tempos é que as pessoas usavam da violência. Hoje em que se fala tanto dos avanços científicos, em que as pessoas procuram estarem totalmente integradas aos avanços tecnológicos, que se luta tanto contra a violência as crianças, as mulheres e aos idosos, encontrarmos pessoas que ainda têm esse tipo de comportamento, é um contraponto.

      Assusta-me essa violência toda, pois em geral ela é tratada de forma banalizada. As pessoas não conseguem perceber o quanto estão violentas no seu dia-a-dia. Isso pode ser visto nas pequenas atitudes. Tenho a sensação que o respeito, a solidariedade, a tolerância, o saber lidar com as diferenças é algo que está esquecido. Cada pessoa tem a necessidade de se mostrar mais importante do que o outro, pois assim se sentirá superior.

      Acredito que atitudes como a desses jovens, que sem o mínimo respeito por essas duas pessoas (pai e filho), só demonstra o quanto a nossa sociedade está adoecida. O quanto é necessário rever valores. Ninguém é obrigado a aceitar a homossexualidade, mas ninguém tem o direito de agredi-los. Afinal, vivemos num país democrático, onde pessoas, como esses jovens, gostam de gritar pelos seus direitos. No entanto, esquecem do direito do outro,porque só conseguem olhar para si e acreditam cegamente que o mundo gira em torno deles.

     Parece-me que qualquer tipo de violência contra o homossexual, o mendigo, o pobre, a prostituta passou a ser percebido e entendido por algumas pessoas, como coisas normais. Colocar fogo ajuda a matá-los mais depressa. Já escutei uma pessoa me dizer que talvez seja a forma de tentar aliviar o sofrimento de quem dorme na rua ou vive esse tipo de vida. Fiquei estática quando escutei isso, pois não acreditei no que ouvia. Quando consegui falar, fui obrigada a dizer que esse tipo de pensamento, no meu entendimento, é muita hipocrisia. Querer transformar a delinqüência num ato de generosidade no meu entendimento é doença ou burrice (desculpem a expressão, mas não tem outra qualificação, no meu entendimento)

     Não levanto bandeira em favor da homossexualidade, nem da prostituição, mas respeito, porque são seres humanos como eu. Se a forma como vivem é correta ou não, na cabe que eu os julgue. Agora, não cabe, eu calar frente essa violência toda cometida contra essas pessoas, pois se tivesse essa atitude, me sentiria conivente com essa violência.

     Apesar de não concordar com as atitudes dos agressores, penso que devemos vê-los como pessoas doentes. Por isso, precisam de um tratamento, o mais rápido possível. Talvez, fosse interessante que o judiciário exigisse que essas pessoas iniciassem um tratamento, enquanto aguardam um julgamento. Poderia ser que os ajudassem a refletir sobre os seus atos na tentativa de amenizar as suas patologias.

FELIZ DIA DO AMIGO

BONS AMIGOS


Abençoados os que possuem amigos, os que os têm sem pedir.

Porque amigo não se pede, não se compra, nem se vende.

Amigo a gente sente!

Benditos os que sofrem por amigos, os que falam com o olhar.

Porque amigo não se cala, não questiona, nem se rende.

Amigo a gente entende!

Benditos os que guardam amigos, os que entregam o ombro pra chorar.

Porque amigo sofre e chora.

Amigo não tem hora pra consolar!

Benditos sejam os amigos que acreditam na tua verdade ou te apontam a realidade.

Porque amigo é a direção.

Amigo é a base quando falta o chão!

Benditos sejam todos os amigos de raízes, verdadeiros.

Porque amigos são herdeiros da real sagacidade.

Ter amigos é a melhor cumplicidade!

Há pessoas que choram por saber que as rosas têm espinho,

Há outras que sorriem por saber que os espinhos têm rosas!



                                                                          Machado de Assis

domingo, 17 de julho de 2011

SERÁ QUE AS PESSOAS REALMENTE SE AMAM?

       Tenho trabalho nos últimos textos postados, à questão da mentira e do auto-engano e penso que um dos maiores enganos se dá, quando as pessoas acreditam e sofrem por amar alguém. Isso me faz pensar e me suscita alguns questionamentos, pois não consigo entender como as pessoas conseguem amar o outro, se na realidade não se amam.

     O que me leva afirmar que as pessoas não se amam, é o fato de não se conhecerem. Enquanto não souberem quem realmente são, até poderão se amar, mas com certeza, estarão amando o personagem que vivem. É bastante comum, quando se pede para uma pessoa que ela diga quem é ou que escreva a sua autobiografia, que fique impactada e não consiga nem falar e nem escrever a sua história. Isso pode ser compreendido, pois é bastante dolorido olhar para o seu eu e ver os “monstrinhos” que carrega dentro de si.

    É muito mais fácil vermos os pontos negativos dos outros, pois dessa forma, nos sentimos protegidos. No entanto, muitos não sabem, que aquilo que não gostamos, o que nos incomoda no outro, é o nosso lado sombra, ou seja, aquilo que não queremos reconhecer em nós, por julgarmos muito feio, por não aceitarmos. Acabamos implicando, recriminando, condenando, julgando e muitas vezes nos afastando da pessoa, porque assim, não precisamos conviver com as coisas que não gostamos e não aceitamos em nós. Essa é uma bela forma de tentar enganar o inconsciente, como se isso fosse possível. Não percebemos que estamos enganando a nós próprios.

    Se temos a dificuldade de nos aceitarmos, como podemos nos gostarmos? Será que se gostar é ter um corpo malhado, uma boa aparência, um bom carro, uma casa bem arrumada, frequentar bons lugares ou ter um bom status? Se a resposta for sim, cabe questionar de quem gostamos, pois afinal de contas, se for só isso, é superficial. Talvez gostemos do personagem que escolhemos para viver.

   Não nos percebemos, o quanto nos agredimos diariamente e nem contabilizamos as agressões que sofremos, até porque, não as consideramos como violência. Fazemos coisas que não queremos, dizemos sim quando na realidade queríamos dizer não, estamos com muita raiva, mas procuramos demonstrar que está tudo bem. Permitimos que as pessoas façam aquilo que querem conosco, mas não dizemos nada, afinal, aprendemos que temos que ser agradável com o outro. Escutamos coisas que nos agridem, mas não temos a coragem de contestar. Sofremos violência psicológica, moral, visual, mas ficamos de braços cruzados, com a justificativa de que não vale a pena se incomodar. Não nos damos conta o que está por trás dessa justificativa, não percebemos que se trata apenas de uma defesa, que existem coisas bem mais profundas nessa fala. Aceitar tudo isso, passivamente, será que é a forma que encontramos para mostrar o quanto nos amamos?

    Temos ainda, aquelas pessoas que são agredidas física e verbalmente pelo seu namorado, companheiro ou marido, mas que continuam juntos. Outras vivem se queixando dos parceiros, mas também encontram justificativas para ficarem juntos. Choram por causa das agressões, mas verbalizam que não conseguem se separar, porque os amam. Mas que amor é esse?

   Aceitar qualquer tipo de violência é não gostar de si, é não ter amor próprio, é ter uma baixa auto-estima. Sendo assim, como conseguem afirmar que gostam do outro?

  Devemos amar o próximo como a nós mesmos, diz a Bíblia, mas sempre costumo brincar, que se as pessoas forem me amar como se amam, prefiro que não me amem. Porque isso não é de Deus. Não acredito que uma pessoa que não se conhece, não se respeite, que aceite que os outros digam e façam o que quiserem com ela, seja capaz de amar o outro. Na realidade o que tem é uma dependência do outro. Este outro para quem canaliza a sua energia; cuidando, se preocupando, protegendo-o é a fuga que usa para justificar a falta de amor por si e preencher o vazio que carerega n'alma. Isso ocorre, porque nunca parou para ver quem realmente é, muito menos, para avaliar o quanto se ama e o quanto realmente consegue amar o outro.











terça-feira, 12 de julho de 2011

O AUTO-ENGANO DO HUMANO

       Um dos pontos que tem me preocupado muito é a necessidade que as pessoas estão tendo de se auto-enganarem. Outro dia escrevi sobre a mentira e logo depois me foi indicado o livro “Auto-engano” escrito por Eduardo Gianetti. Estou me deleitando ao ler esta obra, pois vejo que não sou só eu que tenho essa preocupação e que percebo o quanto as pessoas se enganam, onde me incluo.

        Passamos uma vida inteira tentando ser aquilo que acreditamos que os outros gostariam que fossemos, dizendo o que pensamos que as pessoas querem ouvir, com o objetivo de agradá-las, esquecendo que estamos nos desagradando, na maioria das vezes.Por outro lado, em alguns momentos, resolvemos impor a nossa vontade, sem nos preocuparmos se estamos sendo invasivos, sem questionarmos se temos esse direito. 

       Quando alguém nos diz aquilo que não queremos ouvir, ficamos magoados, nos colocando muitas vezes na condição de vítima, pois não paramos para analisar o que levou a pessoa a tomar tal atitude. Vivemos o dia-a-dia de forma mecânica, onde o pensar não tem espaço. Até porque, pensar poderá nos levar a perceber coisas que preferimos fingir que não existem.

       Infelizmente, as pessoas, cada vez mais, têm medo de se conhecerem, preferem viver uma vida vazia, onde o supérfluo, o pseudo status, a aparência é que contam. Dessa forma, não percebem o vazio que existe dentro delas. Algumas pessoas até percebem, mas preferem negar.

      A negação, a projeção e a reação formativa são os três mecanismos de defesa mais usados atualmente. Os problemas sempre estão no externo, são os outros. Muitos até se tornam paranóides, pois acreditam que a causa de todo o seu sofrimento é o outro. No entanto, não se dão conta, que cada pessoa é responsável pelas coisas boas e ruins que lhe acontecem. Claro que é bem mais confortável responsabilizarmos os outros, pois assim, não precisamos assumir a responsabilidade. Não demonstrar o seu verdadeiro sentimento, não dizer o que realmente pensa, é percebido por muitos, como bons hábitos, com isso, preferem dizer que está tudo bem, quando na realidade o sentimento de raiva, de indignação, está borbulhando no seu interior.

        Isso ocorre, em função de as pessoas não pararem para pensar o que realmente querem para suas vidas, quem realmente são, qual o caminho que querem seguir, o que estão fazendo nesse mundo. Penso que tem pessoas que acreditam que estão aqui só de passeio, que não tem compromisso com nada, não se preocupam com suas vidas e muito menos com a dos outros. Que acreditam que os outros têm obrigação com eles, que devem ajudá-lo, servi-lo. Isso não só demonstra um egoísmo, como também, a falta de maturidade emocional.

      Penso que essa dificuldade das pessoas pensarem, está muito relacionada à falta de leitura, do conhecimento. Não se dão conta que viver uma vida automática, não pensada, febril, desorientada, não vale a pena ser vivida.

     Outro ponto que contribui para o não pensar foi a retirada da filosofia dos currículos escolares. A filosofia nos ensina a pensar. Penso que é importante clarificar, que quando digo que o ser humano atualmente não pensa, estou me referindo a um processo de introspecção. De poder pensar sobre o seu pensar, entendendo o que o motiva a ter alguns pensamentos ou agir de determinadas maneiras, principalmente, na necessidade que tem de se tornar um contador de estória para as pessoas que se relaciona.

     As pessoas não se dão conta que as mentiras que contamos para os outros elas geralmente são premeditadas, mas as que contamos para nós mesmos, não. Pois ninguém consegue escolher o disfarce, a mentira secreta com que se engana. Daí a importância de Sócrates, “conheça-te a ti mesmo”, o dia que conseguirmos nos conhecermos realmente, teremos pessoas mais felizes, saudáveis e consequentemente, relações mais verdadeiras e humanizadas.

sábado, 9 de julho de 2011

TABACO

      Apesar de saberem que o tabaco é uma droga que causa sérios prejuízos a saúde, as pessoas encontram resistência em largar. Alguns tentam, mas não conseguem. Na realidade, o importante é que a pessoa queira parar e que tenha consciência que se trata de um processo difícil e que exige comprometimento e disciplina.

     Não são poucas as pessoas que buscam ajuda para parar de fumar, pedem medicação para os seus médicos, mas não se compromete com o tratamento e com a sua decisão. Se essas pessoas aderirem o tratamento, fazendo o uso correto da medicação e mantendo um acompanhamento psicoterápico, com certeza terão um resultado positivo. É importante pensar sobre a necessidade que tem de usar algo que sabe que lhe prejudica e que poderá desencadear uma série de doenças graves.

      Estudos mostram que 90% dos fumantes iniciaram na adolescência e o fator que colabora para isso é o convívio social. Sabemos que o adolescente tem uma grande necessidade de identificar-se com o seu grupo, portanto, se tiver alguém que fume, ele passará a fumar, pois teme ser rejeitado por seus parceiros ou virar motivo de chacota. Muitas vezes, os pais são os responsáveis pelo filho fumar, pois dão o exemplo, quando não oferecem uma “tragadinha” para o filho ou lhe compram cigarro. Estima-se que 1/3 das pessoas que experimentam o fumo, acabam se tornando dependentes.

     Todos sabem os prejuízos que o cigarro acarreta à saúde, ocorrendo altos índices de morte por doenças cardiovasculares, respiratórias e câncer do pulmão, faringe e laringe. Isso sem falar dos prejuízos que causa aos dentes, que ficam amarelados. Há um envelhecimento precoce da pele e causa prejuízos para os ossos provocando osteoporose.

      Muitas vezes as pessoas fumam na tentativa de conter a sua ansiedade, esquecendo do mal que estão fazendo para o seu organismo. Normalmente a pessoa que fuma, também acaba por se viciar em outras drogas, como, por exemplo, o álcool. O cafezinho também é bastante consumido pelo fumante.

     Infelizmente, ainda é muito alto o índice de pessoas que só se conscientizam que precisam parar de fumar, quando já não conseguem mais respirar direito ou que foi diagnosticada uma patologia grave. Aí o sofrimento é intenso, não só para o fumante, mas também para os seus familiares que o acompanha.

    Sabemos que somos responsáveis por nossas escolhas, sendo assim, cabe a cada um optar pelo tipo de vida que quer ter, responsabilizando-se pelos seus atos e não projetando para os outros a responsabilidade da sua doença quando esta chegar.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

A RAIZ DO SUPER ENDIVIDAMENTO

       Como coloquei no final do meu texto sobre a mentira, que esta é uma das causas do endividamento de muitas pessoas. Cada vez mais, a necessidade de adquirir coisas, de ostentar, de viver um padrão que não é o seu, passou a ser uma necessidade de muitas pessoas, fazendo com que contraiam dívidas, que acabam extrapolando o seu orçamento. Isso, porque todos sabem, que o ter é o que vale nos tempos modernos, afinal o ser passou a fazer parte de um passado bastante longínquo.

       Instalou-se em nossa cultura que as pessoas só são valorizadas e reconhecidas pelo que tem. Isso se dá em função da desvalorização do humano, pois o pensar, o questionar, o refletir, já é percebido como algo ultrapassado. Os valores éticos e morais, bons princípios muitos nem conhecem, porque a lei que impera na vida dessas pessoas, é a de “Gerson”, ou seja, “eu quer levar vantagem em tudo”. Por isso, se for necessário enganar, mentir para o outro a fim de se beneficiar, as pessoas fazem, sem terem a mínima preocupação com o prejuízo que irão causar no outro e para o outro.

      A necessidade de se auto-afirmar, de mostrar que tem condições, que é capaz, de tentar superar o seu sentimento de inferioridade, se dá para muitos através de um consumo exagerado. As pessoas fazem aquisições e vive um padrão de vida que não está de acordo com a sua realidade financeira, pois precisam provar para alguém, que tem condições. Muitas vezes, estabelecem competições com outras pessoas, precisando mostrar que também são capazes de ter o mesmo que a pessoa tem ou até mesmo mais. Para isso, gastam o que não tem, mas o seu sentimento de menos valia acaba por obrigá-la a agir dessa forma.

      Ao agir dessa maneira, a pessoa está se auto-enganando, por viver uma vida que não é a sua e o pior de tudo, é que pensa estar vendendo para os outros uma imagem positiva, de pessoa bem sucedida. Esquece que por maior que seja a sua habilidade em mentir, em algum momento a verdade irá aparecer e ela acabará ficando muito mal.

     Esse consumismo desenfreado que tomou conta de muitas pessoas da nossa sociedade, que hoje é muito bem explicado pelo neuromarketing, é responsável pelo estresse, pela depressão, a pela ansiedade que muitos vivem. Isso sem falar que essas pessoas acabam por se tornarem devedores ativos, ou seja, antes de quitarem suas dívidas, já estão contraindo novas.

     As pessoas não conseguem parar e pensar o que está por trás desse comportamento e funcionamento, muitas vezes maníaco, que as fazem consumir desenfreadamente. Não conseguem se questionar, o que as leva ter a necessidade de mostrar para os outros, aquilo que não são. Não pensam porque precisam se esconder atrás de um personagem que criaram e que acreditam que este será aceito pela sociedade.

     Enquanto a nossa sociedade continuar vivendo esse faz de conta, onde as pessoas são valorizadas pelo que tem, mas não pelo que são, precisando criar personagens para projetarem os seus ideais de ego, negando o seu verdadeiro self, teremos pessoas cada vez mais adoecidas psiquicamente. Esse adoecimento se dá em função delas  não se conhecerem, de não se questionarem, de não pensarem sobre os seus atos, por viverem uma vida em círculo. No momento que conseguirem parar de viver em círculo e começarem a viver em espiral, conseguirão compreender que a vida é muito maior do que eles acreditam ser. Talvez aí, não precisem mais ficar presos a mentiras, mas consigam assumir o que realmente são, libertando-se dos falsos selfs que criaram.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

DESCULPAS

Peço desculpas aos meus leitores por não estar conseguindo postar, mas estou num ritimo acelerado de trabalho. Assim que possível, estarei postando.