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quinta-feira, 4 de abril de 2013

AGRADECIMENTOS

       
Quero agradecer a todos que compareceram ao lançamento do livro “Por que me endivido? Dicas para entender o endividamento e sair dele”, foi com certeza um momento de muita alegria poder dividir com amigos, colegas, pacientes e conhecidos mais essa vitória. Agradeço também aos meus colaboradores, aos meus patrocinadores CLM Recursos Humanos e Perícias, Instituto Fernando pessoa e Stampa Seguros, a Editora Nelpa que acreditou na minha ideia, a Livraria Saraiva, a todos que compartilharam nas suas redes sociais a divulgação desse evento, mostrando que realmente existe uma rede, ao meu assessor de imprensa Zento comunicações e sua equipe que são incansáveis.

            Esse foi um momento de troca, de rever amigos lá de mil novecentos e bíblia, né Sergio Diogo, fiquei muito feliz com a tua presença, que saudades, beijo grande. Frei Carlos, que alegria me deu com a sua presença, estava com muitas saudades, amei lhe ver. Faltou o nosso amigo D......., mas eu convidei não me cobre. A minha amiga querida Ana Maria Ribeiro, que conheci no primeiro semestre da faculdade, ela acabou desistindo do curso, mas não desistimos da nossa amizade. Marcela Mies Laino que eu não a encontrava há algum tempo, filha de uma grande amiga, que infelizmente não está mais no nosso meio, Deus a acolheu em sua morada. A minha amiga e colegas Márcia Adriana, Airton, Simone, Cassandra, Rute, Carlos, Dr. Roberto, Dr. Cury de quem recebi os cumprimentos por telefone, mas foi ótimo, pois o quero muito bem. As minhas amigas e irmãs de coração Ana Cristina e Rosane Michels, ao Leandro Michels de quem estou aguardando as críticas, aos meus primos queridos Ivan e Maria Helena, a minha tia querida de Torres que vibra com cada vitória que conquisto. Também fui contemplada com a presença de Marciana Almeida, amiga, também, de longa data, a Ana Lúcia e Sérgio que apesar de ser uma amizade de dois anos, temos muitas afinidades. Algumas pessoas não vou nomear por uma questão ética, mas podem ter certeza que todos vocês me alegraram muito.

            Mais uma vez me foi comprovado o quanto sou feliz, porque ver, aproximadamente, cinquenta pessoas, numa quinta-feira de chuva, na Saraiva do Praia de Belas, me permite fazer a leitura de uma demonstração de carinho e atenção para com a minha pessoa. Valeu gente, muito obrigada e um beijo carinhoso a todos.

CHEGOU O DIA!


AGUARDO VOCÊS, HOJE, NA SARAIVA.


quarta-feira, 3 de abril de 2013

PRECONCEITOS

   
 

            Apesar da dificuldade de assumir, existem pessoas que são bastante preconceituosas, sejam em relação às questões raciais ou em relação à homossexualidade, a deficientes físicos ou mentais, etc. Isso dificulta a capacidade de se colocar no lugar do outro, porque ao invés de aprender a lidar com as divergências, com as adversidades, se coloca na condição de julgador e moralista.

            O difícil para pessoa preconceituosa é ter que aceitar que ela é tão humana quanto o negro, o homossexual, o deficiente, pois cria uma caricatura e passa a amar o caricato, se percebendo de forma totalmente diferente das pessoas que discrimina.

            Busca encontrar elementos para justificar a sua maneira de pensar e agir, acreditando que os seus argumentos são convincentes, sem perceber que eles não convencem, muitas vezes,  nem a ela mesma. Esses preconceitos provavelmente estão relacionados aos valores que lhes foram passados no decorrer do seu desenvolvimento e que não conseguiram se desvencilhar. Apesar do tempo transcorrido e de sermos seres em constante mutação sentem a necessidade de conservá-los, talvez como uma maneira de manter viva a imagem dos pais dentro de si.

            O grande problema que vejo em relação a essas pessoas é que são rígidas, não conseguindo em nenhum momento flexibilizar e tentar entender a história do outro, aceitando e lidando com as diferenças. Não percebem que também são possuidoras de pontos que desagradam os outros, mas que nem por isso, são discriminadas.

            Talvez a forma de tentar vencer os preconceitos é fazendo o propósito de nas próximas vinte e quatro horas viver sem preconceitos, renovando esse propósito todos os dias. Isso dá a sensação que é por pouco tempo e acaba se tornando algo fácil de encarar.

            Aceitar o outro como ele é, não querer exigir dele que seja diferente, respeitá-lo  é o essencial para se estabelecer relações saudáveis, estáveis e duradouras.

 

terça-feira, 2 de abril de 2013

CHUPAOSSO

Não se assustem, este é o site de um jornal da cidade de Óbidos no Pará, cidade natal do colaborador Berardino Priante, no livro Por  que me endivido?

Podem conferir! É só deixar a figura da esquerda rolar, que encontrarão a divulgação.
www.chupaosso.com.br

Esse livro vai longe!

CONFIRA NO BLOG DE AFONSO RITTER

http://www.affonsoritter.com.br/Controle?Comando=VisualizarNoticia&gruposNoticia=1%2C2&ID=58444&separadorDias=true&exibeHora=true

NÃO SE PERMITIR

     
           Nos últimos seis meses de consultório, têm me chamado a atenção o quanto as pessoas sofrem por não se permitirem viver o que gostariam de viver e ser como desejariam ser, pois criam amarras que as impede de viverem plenamente suas vidas.

          O interessante é que não percebem o que fazem consigo e projetam para o externo a responsabilidade de não se sentirem felizes. Alguns chegam a atribuir o seu sofrimento as forças ocultas, pois é bem mais fácil do que assumir a responsabilidade sobre a sua maneira de funcionar.

Essa maneira de funcionar leva-nos a pensar o quanto essas pessoas devem ter sido reprimidas, retaliadas na sua infância, a ponto de hoje, na vida adulta, ainda precisarem reter suas emoções, seus afetos e desejos, com medo de sofrem alguma represália. São pessoas que talvez na infância, escutavam de seus genitores que não podiam fazer tal coisa, que ao receberem um elogio deveriam dizer que era bondade da pessoa que o fez, mas nunca acreditar, para não se envaidecerem. Que não poderiam andar com o “fulano” ou “sicrano” porque eles tinham uma condição de vida melhor. Tempos atrás eram bastante comuns os pais, sem perceberem, exporem os seus filhos a situações constrangedoras, como por exemplo, obrigando-os a vestirem determinada roupa para ir à escola ou outra atividade, mesmo que isso fosse fazer o seu filho ser motivo de chacota junto aos colegas e amigos. Como os filhos não tinham a opção de dizer não quero, pois o que os pais falavam era encarado como uma ordem, iam e sofriam calados, o bullying do qual eram vítimas.

            Dessa forma, foram aprendendo que não podiam expressar o que sentiam e o que pensavam, a fim de não serem criticados, até porque criança não tinha vez, a tratavam, muitas vezes, como um ser imune de sentimentos e vontades. Hoje na vida adulta, ainda carregam, de forma muito viva, essa fala de seus genitores e por isso, não se permitem poder viver de forma mais leve, dizendo as pessoas o que sente, o que pensam, trocando afetos e fazendo aquilo que tem vontade.

Mesmo que a criança que tem dentro de si clame por isso, a castram, porque não se autorizam a se desvencilhar das falas de seus pais. Algumas pessoas chegam a verbalizar que se sentem traindo-os, pois afinal, fizeram tudo para educá-las da melhor forma possível. Encontram dificuldade de compreender que os pais realmente fizeram o que julgaram o melhor para elas, que na época deles era assim que as coisas funcionavam, ou seja, criança não podia expressar o que pensava e sentia, no entanto, o tempo passou e as coisas mudaram. Parecem não perceber que não são mais aquelas crianças, que cresceram e que podem sim expressar aquilo que pensam e sentem sem nenhum medo de censura. Que não precisam ficar na defensiva, assumindo a posição de ataque, quando alguém os elogia ou admiro algo que fez, pois isso é o normal da vida.

Poder dizer aos nossos amigos, familiares o quanto eles são importantes para nós, o quanto o amamos, o quanto os queremos bem e poder vibrar com a conquista de cada um deles é algo fantástico. Parece ser algo muito difícil, mas posso garantir-lhes que não, basta se permitir viver as situações, se desarmar e aceitar os elogios, as críticas, as demonstrações de afeto e de carinho que eles têm a nos dar, sem ficar preso aos pré-julgamentos.

A partir do momento que você se permitir a viver mais livre, sem as amarras que criou para si, provavelmente se libertará do sofrimento que o acompanha. Agora, se não consegue se permitir isso, busque ajuda para entender o motivo pelo qual precisa sofrer.